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A gestação é para muitas mulheres um grande incentivo para aderir a bons hábitos alimentares. Tudo que você come influencia diretamente, positiva ou negativamente, na sua saúde e na do bebê. Certos nutrientes são passados quase que completamente para o seu filho e daí vem a necessidade de repor o necessário para que você se mantenha bem.

Na gravidez, as chances de adquirir deficiência de vitaminas é grande e a probabilidade de desenvolver doenças também é grande. Por isso um bom acompanhamento médico aliado á uma boa alimentação é fundamental para uma gravidez saudável.


Alimentação na gravidez: Um bom cardápio com alimentos saudáveis

A Vitamina A ajuda o bebê a se desenvolver. As células, ossos e os brotos dentários ganham um empurrãozinho com a ingestão dessa vitamina, que se excluída da alimentação pode facilitar a entrada de infecções.

O ácido fólico tem um papel super importante na formação do bebê. Sua carência pode desencadear uma má formação fetal pois ele influencia diretamente no DNA.

O carboidrato ajuda o corpo a evitar queimar gordura e proteínas, o que é importante na gestação. O ferro ajuda a desenvolver as células do sangue do bebê e mamãe também precisa de mais hemoglobinas, uma vez que o volume sanguíneo é maior na gestação. As vitaminas D e E ajudam o corpo a absorver o cálcio e o fósforo, principalmente a vitamina D aliada ao sol.

Os alimentos que normalmente fazem bem ao bebê e a mamãe nessa fase são bastante variados e podem ser facilmente integrados a alimentação diária. Verduras, legumes, ovos, frutas, carne magra, leite e seus derivados, milho, aveia, nozes, frutos do mar (contém magnésio que ajuda na formação dos tecidos e evita fadiga na mamãe), fígado, feijão, massas.

Alguns especialistas afirmam que a melhor dieta é comer de forma bem variada e apostar bastante em frutas e carnes. Muitas mulheres fecham a boca nessa fase com medo de engordar, mas o segredo para alimentar seu beb6e dentro da barriga de forma correta e ao mesmo tempo cuidar da sua saúde é comer para dois e não comer por dois, como muita gente dita. Em caso de dúvidas, procure um nutricionista que poderá fazer um cardápio para você de acordo com as suas necessidades.

Já foram feitas várias pesquisas sobre esse assunto, e todas afirmam que não usamos apenas 10% do nosso cérebro. Cientistas e especialistas estudam o cérebro a anos, e até hoje não sabem realmente os segredos da nossa massa cinzenta.

O filme de 2014 Lucy, com Scarlett Johansson, é um filme de ação e ficção científica baseado no mito dos 100% de uso da capacidade mental.

O universo de Lucy se passa em um mundo controlado pela máfia, gangues, viciados em drogas e policiais corruptos. Lucy é obrigada a trabalhar como uma mula de drogas e tem a droga sintética CPH4 implantada cirurgicamente em seu abdômen.

Ao recusar-se ser abusada por um capanga, ela é brutalmente espancada e o saco contendo a droga estoura e aos poucos seu organismo vai absorvendo a CPH4.

Lucy vai gradativamente adquirindo capacidades físicas e mentais como, telepatia, telecinese, eletrocinese, viagem no tempo entre outras.

Lucy foi positivamente aclamado pela performance de Scarlett Johansson, efeitos especiais e cenas de ação, mas foi duramente criticado por abordar o mito dos 100% do uso da capacidade mental e por ser um filme muito complexo de se entender de imediato.

Os estudos dizem que é impossível usar apenas uma parte do cérebro, afinal, microlesões cerebrais causam graves danos, muitas vezes irreversíveis. Todas as partes do nosso cérebro são utilizadas por várias funções diferentes, então, utilizamos 100% e não apenas 10%. Não precisa ser gênio pra saber disso.

Tentando entender o mito dos 10%

O mito dos 10% refere-se a capacidade do intelecto da pessoa. Segundo a crença, gênios como Einstein utilizariam mais de 10% de sua capacidade. Especialistas afirmam que esse mito surgiu de defensores da paranormalidade. O real surgimento ainda é inserto, ele pode ter surgido de um mal-entendido de pesquisas neurológicas do final do século XIX, ou à teoria da reserva de energia, criada pelos psicólogos William James e Boris Sidis.

Einstein

Referente a paranormalidade, a pessoa que tivesse mais de 10% de uso do cérebro desfrutaria de habilidades sobre-humanas. Assim, escondendo funções psicocinéticas e psíquicas. Agora, passando para os quadrinhos, Jean Grey e professor Xavier usariam bem mais de 10%. Então, doutor Manhattan usaria 100%?

Mas então, é tudo mentira!

Exatamente, é tudo invenção, essas histórias surgiram depois que Superman foi criado, o primeiro Super Heroi com superpoderes. E Superman foi baseado na Bíblia, como você pode ver aqui. Para os religiosos a Bíblia não é uma invenção, ela é sagrada. Se parar para analisar, na Bíblia existem histórias que se equiparam às histórias em quadrinhos. A própria mitologia grega tem várias, gigantes, heróis, deuses, etc.

Então, é de se imaginar que realmente nós usamos apenas 10% da nossa capacidade mental. Os cientistas explicam tudo cientificamente, se eles não podem explicar, é mentira.

A ciência diz que não usamos só 10%, nós usamos 100% do cérebro. Sim, se você usar menos que isso, com certeza tem algum problema. O mito diz respeito há capacidade mental e não física. Afinal, a conciencia existe, mas a ciência não sabe se existe um local físico no cérebro que abriga essa capacidade.

Ver também: A essência das grandes corporações

Esse é e permanecerá sendo apenas um mito, pode ser que essas habilidades realmente existam e que com o passar do tempo, as pessoas foram esquecendo e desaprendendo a verdadeira inteligência.

Os humanos não acreditam naquilo que não podem ver, pelo menos a maioria.

Afinal, vivemos na Terra, que fica na via láctea, que por si só já é grande, o espaço é enorme e inimaginável para o ser humano, não é possível que apenas a Terra abrigue vida inteligente.

Nós, reles humanos, não conhecemos nem a metade da vida que existe nas profundezas dos oceanos.

Informações para te dar mais confiança na hora de dar banho.

A hora do banho costuma encher os pais de primeira viagem de apreensão — é uma experiência completamente nova. É tanto receio que alguns têm medo até de machucar o bebê. Há uma série de dúvidas que vai deixando todo mundo com o pé atrás. Saiba aqui que cuidados tomar.

Além de acalmar o bebê por lembrá-lo do ambiente uterino, o banho é uma hora divertida.

Quantos banhos?

Bebês bem novinhos se sujam pouco. Como não engatinham, nem suam muito em dias frios, não é necessariamente preciso dar banhos todos os dias, contanto que você faça a higiene adequada, limpando os genitais, passando lenços no pescoço, nas mãos e nos pés e colocando uma roupa limpa. Mas os banhos deixam os bebês fresquinhos e geralmente são uma hora divertida do dia: não há o menor problema em banhá-los todo dia.

Quando são poucos dias de vida, pode ainda haver crostinhas do parto, e o couro cabeludo é onde a sujeira mais acumula, então o indicado é que sempre se inicie o banho pela cabeça e que a cabeça de bebês com pouco tempo de vida seja lavada todos os dias. Você pode usar algum óleo infantil antes do banho para amolecer essas crostinhas.

Em bebês um pouco maiores, que já engatinham ou que costumam fazer muita sujeira com papinha ou regurgitação, ou se você mora num local que faz muito calor, pode ser necessário dar um segundo ou até terceiro banho.

Obviamente, se o bebê estiver com a fralda suja, você deve limpá-lo antes de colocá-lo na água, pra não contaminá-la, nem ter que trocá-la. Mas se achar que deve trocar, troque.
Procure utilizar produtos neutros. Produtos para adultos e sabonetes antibacterianos podem irritar a pele do bebê.

Procure utilizar produtos neutros. Produtos para adultos e sabonetes antibacterianos podem irritar a pele do bebê.

Quais produtos?

Prefira sempre produtos infantis ou neutros e de glicerina, para diminuir os riscos de alergia e irritação, pois eles são feitos com matéria prima segura, hipoalergênica e testada. Você pode perguntar na maternidade qual o produto que usaram lá, esta pode ser a melhor opção, pois a pele do bebê já deve estar acostumada a esse produto.

Para recém-nascidos, os sabonetes feitos para eles podem cuidar da higiene perfeitamente — é bom evitar química. Sabonetes líquidos são melhores porque possuem menos substâncias químicas e geralmente têm mais hidratantes e PH neutro. A partir de 6 meses você pode usar xampu, se ele tiver o mínimo de corantes e aromatizantes e for neutro. Condicionador só passa a ser necessário depois dos dois anos — e você pode usar daqueles 2 em 1 caso seu filho não goste de lavar a cabeça, pra agilizar o processo.

Buchas também não são necessárias além de nas brincadeiras, a não ser que já seja um bebê grandinho que tenha realmente se sujado muito.

Bebês não costumam precisar de hidratantes ou óleos, a não ser que faça muito frio ou que a pele dele esteja ressecada ou com alergia, mas se é só pra hidratar, um creme neutro é a melhor opção. Se você usar algum óleo infantil no banho, não precisa passar hidratante depois.
Na hora de secar, uma toalha com capuz pode impedir o bebê de ficar com frio.

Na hora de secar, uma toalha com capuz pode impedir o bebê de ficar com frio.

Cuidados

Não use talco, bebês podem aspirar o pó e ficar com a pele ressecada.

Prepare tudo de que vai precisar previamente pra nunca, em hipótese alguma, deixar o bebê sozinho durante o banho e o ensine desde cedo a ficar sempre sentado na banheira e a não mexer nas torneiras, principalmente se você tiver misturador com torneira de água quente. Prefira locais onde você não precise se curvar. Só coloque o bebê na banheira quando ela estiver cheia — a temperatura pode mudar ou a quantidade pode ser inadequada. A água deve estar morna (38ºC), nunca quente. Você não precisa ferver, a não ser que duvide da procedência da água ou ela seja de poço.

Tente não usar sabonete em todos os banhos, caso seja mais de um no mesmo dia, pra não ressecar a pele do bebê, a não ser que seja realmente necessário.
Bichinhos e copinhos são boas opções de brinquedos para banho. Nunca dê peças pequenas pro seu filho brincar.

Bichinhos e copinhos são boas opções de brinquedos para banho. Nunca dê peças pequenas pro seu filho brincar.

Assim que o retirar da banheira, o enrole numa toalha com capuz e o seque o mais rápido possível (recém-nascidos perdem calor muito rápido), cuidando bem das dobrinhas. Você também pode usar toalhas de fralda.

Ao usar brinquedos na banheira, cuidado com a higiene deles e nunca escolha peças pequenas que ele possa engolir.

Antes dos 8 meses, não use o chuveiro. Quando usar, cuidado ao passar sabonete, pois o corpinho dele pode ficar escorregadio.

Não use produtos para adultos no seu bebê.

Bebês gêmeos podem tomar banhos juntos e dividir sabonetes sem nenhum problema.

Siga essas dicas e aproveite a diversão!

Ver também: como ter a pele sempre hidratada

Independentemente dos vegetais utilizados para a confecionar, a sopa fornece muitos e vários nutrientes altamente benéficos para a saúde.

Tendo vegetais em abundância, a sopa é ainda baixa em calorias. Esse reduzido valor calórico é compensado por uma extrema riqueza em vitaminas, minerais, fibra alimentar, antioxidantes e água. Este conjunto nutritivo reveste-se de importância essencial para o correto operar do nosso corpo.

De um lado, as vitaminas e minerais são fundamentais uma vez que estão presentes na composição de componentes do organismo, como órgãos, músculos, ossos e sangue. Como se não bastasse, a fibra alimentar desempenha variados papéis dentro do aparelho digestivo, funcionando a níveis diversos que andam desde o mastigar até ao processo de digestão e ao correto funcionamento das bactérias do intestino.

Um primeiro ponto fulcral que convém realçar é o seguinte: a sopa satisfaz quase inteiramente as necessidades diárias de água sentidas pelo nosso organismo. Conjuntamente, é também rica em vários outros nutrientes que, consoante a sua utilização, potenciam vários tipos de resultado. Vejamos: uma sopa com maior abundância em batata ou leguminosas fornecerá uma maior quantidade de energia, tal como acontece quando comemos algo com gordura.

Porque é que é importante comer sopa?

É fulcral a presença da sopa na nossa alimentação quotidiana. Esta afirmação é verdadeira por várias vias: são vários os nutrientes que nos são dados, e são também imensos os efeitos positivos potenciados a nível funcional. Não é difícil digerir a sopa. Além disso, o efeito da sopa é de produzir uma saciedade praticamente imediata que se deve a toda a panóplia de alimentos e nutrientes presentes, bem como graças ao seu volume e temperatura elevada em que é usual consumir. Por isso, é frequente que a sopa seja tomada a principiar as refeições, tendo um papel importante no controlo do apetite.

E qual é o papel dos produtos vegetais na alimentação e porque é benéfico comê-los todos na sopa?

É sabido que o nosso equilíbrio depende muito da frequência com que ingerimos legumes ao longo da nossa vida. A sua presença abundante na nossa rotina contribui altamente para uma saúde boa e equilibrada. Idealmente, devemos comer no mínimo 400 g de vegetais numa base diária. Os motivos são praticamente incontáveis: os produtos hortícolas são portadores ricos em vitaminas, minerais, fibra alimentar, antioxidantes e outros produtos benéficos.


Hoje em dia, é conhecido que os produtos hortícolas veem as suas propriedades alteradas através da confeção. Assim, torna-se relevante perceber quais as vantagens de os cozinhar. Através da cozedura, as fibras dos legumes são amolecidas, possibilitando uma mais eficaz utilização de vitaminas e minerais. Cozinhando os legumes diretamente na água que entrará na composição da sopa, os nutrientes serão aproveitados ao máximo, garantindo todos os benefícios nutricionais da mesma.

A insônia se trata de um distúrbio do sono que implica uma diminuição do tempo dedicado a dormir e é um problema comum. Esse transtorno pode apresentar-se de duas formas distintas: a insônia inicial, quando há dificuldade em adormecer, e a insônia terminal quando se acorda demasiado cedo.

É uma condição que provoca fadiga, irritabilidade e dificuldade em manter um ritmo de vida normal. A causa mais comum da insônia é a ansiedade a ou a preocupação mas existem muitas outras causas associadas à insônia, desde a apneia do sono, à síndrome dos membros inquietos, até fatores ambientais como o ruído ou a luz excessiva, a ingestão de café à noite, a falta de exercício, os horários irregulares ou a utilização incorreta de medicamentos para provocar o sono.
As insônias podem ser igualmente sintomas de uma doença psiquiátrica como a ansiedade, a depressão, a esquizofrenia ou a demência. A síndrome de abstinência de fármacos hipnóticos, antidepressivos, ansiolíticos e drogas ilícitas pode provocar insônia total e persistente que poderá durar várias semanas.

Se houver uma causa física ou psicológica para a insônia deverá ser devidamente tratada. No caso de insônias crónicas sem qualquer causa específica descoberta através da história clínica e de exame clínico, deve proceder-se a uma investigação mais detalhada e o diagnóstico só se efetuará através de material sofisticado e especializado em laboratórios de sono.

Realçamos que muitas das pessoas que se queixam de insônias dormem muito mais do que aquilo que pensam e transmitem. A sensação de fadiga ocorre, sobretudo, porque acordam muitas vezes durante o período do sono e não conseguem ter um sono repousante. Trata-se de um problema que reside principalmente na qualidade e não na quantidade de horas de sono.

A melhor solução é ter uma vida preenchida e ativa tanto física como intelectualmente e estabelecer rotinas e horários para acordar de manhã. Os fármacos não são aconselhados sem prescrição médica na medida em que deverá haver um acompanhamento por parte de um neurologista que deliberará sobre a sua necessidade ou não.

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